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quinta-feira, agosto 31, 2006
"O aprofundar da questão!
Por Hugo Marinheiro - Roterdão, Holanda
Sendo um antigo funcionário de uma livraria bastante reputada da zona de Lisboa, não resisto a contribuir com um comentário. É preciso não esquecer que as editoras não dão qualquer (ou quase nenhuma!) margem de lucro às livrarias no que diz respeito a manuais escolares, e muitas delas dificultam bastante a devolucão de manuais não vendidos, o que leva a que as livrarias fiquem com stock do qual não se pode desfazer. Isto faz com que a venda dos manuais escolares pelas livrarias seja mais um servico do que realmente uma hipotesse de lucro.
Acho sinceramente parvo e idiota, estar a atirar para cima das livrarias a culpa de os manuais serem caros, ou não serem vendidos, ou isto ou aquilo. Existe um problema, sim, com os manuais escolares mas duvido seja na aquisicao destes.
Abram os olhos e vejam (paizinhos!) que andam a pagar 300€ ou mais, por filho, em manuais escolares que podiam muito bem ser os dos anos passados, se não fosse o Ministério da Educ. a alterar os programas todos os anos para assim as editoras poderem escrever e posteriormente vender manuais todos os anos. E que não são apenas 1 por disciplina mas 2, 3, ou mais.
Por favor, não culpem as livrarias por estarmos a ser enganados e roubados pelo nosso próprio Ministério da Educacão e pelas Editoras!"
Colocado por Manelito 1:19 p.m.
quarta-feira, agosto 30, 2006

Gosto de cinema. Ponto. Gosto mesmo. Já vi grandes clássicos e modernices dispensáveis. Lembro-me da odisseia que foi assistir a “2001” e a “1900”, entre duas goladas e umas bifanas que doutra forma era humanamente impossível resistir a tantas horas.
Já vi cinema português. Desde os velhos aos recentes. Há anos tentei assistir ao “Noite Escura” e no passado fim-de-semana a “Sapatos Pretos”, ambos de João Canijo. A conclusão, só agora lá cheguei, mea culpa, é que os nossos iluminados cineastas pretendem provocar em cada um de nós momentos de imaginação e improviso, já que para se conseguir ouvir e ver com qualidade é necessário ter estofo de McGyver.
Colocado por Bart Simpson 12:36 p.m.
terça-feira, agosto 29, 2006
Acho que era esta a expressão que utilizava o treinador Artur Jorge (corrijam-me se estiver errado). Era a sua muleta linguística. Pois bem, o sr. Silva enveredou pela mesma lógica. Natural deixaram de ser os sumos de fruta para passar a ser o envio de tropas para os teatros de guerra. Claro que é natural. Aliás, natural é também existirem pessoas legalizadas em Portugal que ficam sem casas nas encostas de Lisboa, que Jardim continue a ser considerado um membro do Conselho de Estado e que a solidariedade entre povos da Europa tenha de limpar os estragos provocados pelos EUA. Claro. Tudo absolutamente normal.
[adenda]: ler a posta na Grande Loja
[adenda 2]: então e Darfur? Não podia o sr. Silva direccionar as suas intenções para lá?
Colocado por Bart Simpson 1:05 a.m.
segunda-feira, agosto 28, 2006
… e de regresso à normalidade das vidinhas de merda, de clientes que não pagam e fornecedores que não ajudam, de parceiros que não colaboram e colegas que não existem, de doenças que não se vão e de famílias que se herdam, de guerras que não acabam e incêndios que insistem, do futebol que continua a mandar nos alinhamentos das tevês, do cheiro ao largo de Aveiro que teima em não mudar e da principal auto-estrada do país que mais não é que uma farta manta de retalhos, de tantas intervenções maliciosas no solo a que foi sujeita.
Colocado por Bart Simpson 12:22 p.m.
domingo, agosto 27, 2006
(ou que melhor forma de caracterizar o regresso...)
Colocado por Bart Simpson 7:58 p.m.
quinta-feira, agosto 24, 2006

Parece que o PCP, já aprendeu!
Depois de ter perdido a Câmara de Évora, para o PS, por manifesta "falta de energia", eis que em Setúbal é afastado Carlos Sousa. A tempo e horas, dirão uns, tarde de mais dirão outros. No entanto a justificação oficial do PCP pode parecer um pouco estranha. O Carlos Sousa foi eleito nas listas do PCP, mas eleito pelo povo de Setúbal. Para além disso, foi eleito pelo reconhecimento do seu trabalho na autarquia de Palmela (excelente trabalho, diga-se).
Apregoam "O povo é quem mais ordena!". Não deveria ser o povo a dizer quem seria o próximo Presidente da Câmara?
Colocado por António Medon 12:38 p.m.
Simultâneamente, a população chinesa é, em proporção, das mais pobres do mundo. De cada vez que compramos um carrinho "made in China", ajudamos um patrão a enriquecer à custa da exploração de famílias inteiras que se subjugam por um punhado de cêntimos por dia.
Em Portugal, vai ganhando nitidez a imagem da desigualdade social e económica, em que aumenta o fosse entre ricos e pobres. Dinheiro não falta, mas a maior fatia da população vive cada vez com níveis mais baixos de qualidade de vida. Os salários baixos mantêm-se enquanto os produtos encarecem e as taxas de juro estrangulam os lares portugueses.
Como será daqui a uns anos, quando o poder político aumentar o horário laboral e tudo fizer para pactuar com o poder económico, baixando à força os custos de produção?
Seremos como a China?
Colocado por Manelito 12:38 p.m.
quarta-feira, agosto 23, 2006
Compraram sapos de barro, papel, etc., e espalharam-nos pela zona. E não é que funcionou?! Após a colocação dos artifícios não mais se avistaram os larápios...
Será que alguém conhece algo semelhante para afastar as testemunhas de Jeová?
Colocado por Manelito 2:40 p.m.
sexta-feira, agosto 18, 2006
Já mandei a criadagem lavar o meu barquito...
Vou correr esses mares e só paro no Pacifico, nessa pitoresca aldeia piscatória chamada Monsaraz. E se não houver azar, ainda faço um desvio até Miami, para assistir à Festa do Avante!
Até Setembro!
Colocado por patologista 12:51 p.m.
quinta-feira, agosto 17, 2006
Foto: PatologistaA Cas acertou! Foi a primeira. E aqui fica mais uma imagem de um girassol "à lupa".
Colocado por patologista 10:12 p.m.

Quando sugeri aos restantes parceiros de tasco que começamos a desbundar letras na Internet, o texto que se segue é uma dessas razões.
Tenho um vizinho chato como a putaça. Primeiro, devo esclarecer que não sou daquele tipo de pessoas que fica sempre na retranca quando conhece alguém de novo. Não. Até sou bastante afável, cordato e simpático, no entanto perspicaz. Obviamente que detesto (esse sim, um mau sinal para toda a vida), as pessoas que cheirem mal. Seja da boca, dos sovacos, dos pés ou doutros sítios mais recônditos. Para mim, essa pessoa fica riscada do mapa. A personagem a que refiro neste postal não tem nada disso (que eu tenha dado conta até o momento). Pelo contrário.
Explico, então, o porquê da minha irritação: antes de mais, eu sou verdadeiramente insuportável pela manhã e antes de tomar café é praticamente impossível falar comigo. Articulo breves sílabas, meias desconexas entre elas, perdendo o sentido do tempo verbal e até saltitando entre conjuntivos e passados perfeitos. Tomado o duche da praxe (outra forma que, além de higiénica, é terapêutica), saio porta fora como se não houvesse amanhã. Aqui chegados (vós, na leitura, e eu, na manhã), percorro os caminhos habituais e o que encontro muitas vezes? O “Gérinho”!
Este “Gérinho” – nickname que lhe foi atribuído – é um sujeito de 50 e poucos anos. Bombeiro de profissão e reformado por invalidez (deve ser na cabeça que está o problema…), passa os dias a fazer carrinhos de bombeiros em miniatura. Paranóia? Não, claro que não… Disse-me, um dia, que na guerra colonial prestou serviços à pátria como espião do exercito. Nem quis ouvir mais para não ter de o mandar aquela parte. Este cromo veste-se, nesta altura do ano, de meia branca dentro da sua imaculada sapatilha, calção tipo bermuda por cima de uma pele branca como a cal, t-shirt e, espantem-se, colete “à tropa” por cima. A cereja, no entanto, é o garboso boné que exibe em cada uma das suas saídas. Para rematar, é daquele tipo de sujeito que gosta de se fazer notar, falando alto e a bom som, despedindo-se de todos, quase pessoalmente, no café que frequenta, tocando (a mim, eu sei que é um karma tramado) no ombro de quem passa com um carinhoso “até amanhã”…
Não é de ir às lágrimas e desejar que o fulano compre casa noutro lado ou que fique mudo, paralítico e cego? (a brincar, que esta última frase é só para assimilarem melhor a minha raivinha…).
Vou por uma velinhas nas férias à Nª Sª do Caralho Mais Velho. Pode ser que quando voltar o homem se tenha evaporado. Vou meter uma cunha ao horribilis Luís de Matos.
Colocado por Bart Simpson 7:46 p.m.
Foto: PatologistaE sabem que mais? Quem acabou surpreendido fui eu!
E digam lá, que flor é esta?
Colocado por patologista 12:46 a.m.
quarta-feira, agosto 16, 2006
(continuando o post anterior...)
Ascenso Simões (que raio, já é maior de idade e a lei permite a mudança de nome), deu ontem uma conferência de imprensa à hora de almoço – em cima dos noticiários – para declarar que tudo estava controlado no que aos incêndios dizia respeito.
Antes de mais, tempo de tirar o chapéu á máquina de propaganda do PS+Governo, que na ausência de Sócrates (a gozar férias), tem sabido manipular os media. Um dia antes, foi o ministro Severiano Teixeira visitar as tropas no Kosovo e a aparecer com uma pose de estadista aos olhos de todos nós.
Colocado por Bart Simpson 2:55 p.m.

Hoje chegou a chuva.
Chuva em 16 de Agosto, não é muito normal, mas... Hoje também ouvi alguém ligado à protecção civil dizer que estes dias iriam servir para descansar e também para reorganizar os meios.
Pois bem, eu acho bem que os homens descansem, especialmente os bombeiros. Mas penso que neste momento deviam era pensar em coisas muito importantes, como por exemplo:
1 - Será que a invenção do tal GIPS, valeu a pena;
2 - Como é possível que o Governo queira obrigar os particulares a limpar os terrenos, se o próprio Governo não limpa os seus (Parques Nacionais);
3 - Será que os nossos bombeiros estão bem apetrechados;
4 - Será que os nossos bombeiros estão bem preparados.
Estas são questões muito importantes na resolução do problema dos incêndios.
Colocado por António Medon 11:11 a.m.
segunda-feira, agosto 14, 2006
Colocado por patologista 11:15 p.m.
Numa sociedade machista qb, espanta-me que tanta gente dê vivas a desportos um tanto estranhos no que à indumentária diga respeito. Curiosamente, ou talvez não, ambas têm o apogeu nesta altura do ano em que faz um calor de ananases. Falo da tauromaquia e do ciclismo.
Ajudem-me a entender a razão de um qualquer palhaço – sim, os profissionais da cornada são uma versão hard do circo – se vestirem com farpelas luminosas e adelgaçantes, apertando os “países baixos” numa altura em que elas, as jóias da coroa, se pretendem desprendidas e ao sabor do vento. E a malta do selim copia esta moda nada agradável em género mas ainda assim com menos brutalidade, valha-nos isso.
Colocado por Bart Simpson 12:29 p.m.
domingo, agosto 13, 2006
Colocado por Bart Simpson 2:11 p.m.
sábado, agosto 12, 2006
quinta-feira, agosto 10, 2006

O que diria Salazar se um português de empréstimo fizesse frente aos arianos nos Jogos de 68? O que dirão os reaccionários das medalhas ganhas por um nigeriano de origem com as cores verde e vermelho? O que pensará Alberto João deste reluzente ouro? Que lei de imigração Paulo Portas inventaria? Que país de parasitas é este? Será que vão dar 'vivas' à nação portuguesa? A hipocrisia vale assim tanto?
Colocado por Bart Simpson 11:00 p.m.
Achei uma certa piada mórbida ao ler o seguinte texto (julgo conhecer o seu redactor), comentanto a notícia saída hoje a lume em que se anuncia a emergência de um estudo que analize os factores de insucesso no ensino superior:
"(...)acrescento: a universidade é não só uma instituição anquilosada e corporativa, com também corrupta e medíocre. Fico muito satisfeito por verificar que a iniciativa do estudo parte da Faculdade de Letras do Porto.
A FLUP é, na verdade, um belíssimo case-study do PIOR que existe no nosso mundinho universitário: ausência de preparação ou aptidão pedagógica da esmagadora maioria dos professores (e como haveria de ser diferente, se lá entraram através da cunha e do nepotismo?!), falta de qualidade e total anquilosamento dos currículos, gestão danosa e total ausência de uma política e de uma filosofia institucionais - enfim, a lista é interminável.
No meio disto tudo, até me parece que o "sucesso" escolar dos alunos é razoável, tendo em conta que durante anos pagam por maus serviços numa instituição que se está borrifando para eles como pessoas, para depois levarem com um pau de vassoura e serem atirados para o desemprego. Espero que o referido estudo sirva, pelo menos, para trazer a público estas fraudes, contribuindo para que os alunos possam no futuro fazer escolhas mais informadas.
Tenho, porém, a convicção de que se os resultados forem de facto fiéis à triste realidade, serão prontamente abafados e desprovidos de sentido prático, à boa maneira portuguesa. A verdade e a luta pela qualidade e pelo mérito interessam a muito pouca gente dentro do establishment universitário. E assim vamos, cantando e rindo... "
Aqui está um relato que infelizmente pude comprovar há uns anos. E assusta-me pensar que o mesmo se possa estar a passar em tantos outros estabelecimentos...
Colocado por Manelito 12:58 p.m.
Está na estrada a Volta a Portugal em Bicicleta.
E lá vão eles a suar feitos loucos pedalando na expectativa de ganhar uma etapa e aparecerem na TV a serem beijados por duas moçoilas ( cheias de silicone e botox, mas moçoilas).
Mas o que menos entendo em tudo isto é como é que se pode torcer por uma equipe no ciclismo.
Senão vejamos, temos nomes como KAIKU, Madeinox-Bric-AR Canelas, Imoholding, LA aluminios-Liberty Seguros ou Paredes Rota dos Móveis- Beira Tâmega!!!
Como é que eu me faço sócio da Madeinox? Tenho de comprar uns quilos de madeira?
E como será a bandeira da equipe de Paredes? Com cadeiras e mesas?
E se os meus seguros não forem da Liberty, posso torcer pelos seus atletas?
Olha se a moda chega ao futebol, alguém ía torcer por um clube com nome de seguradora?
Colocado por patologista 12:51 p.m.
Desculpa lá RPS, mas fiz os possíveis para despachar os teus (bilhetes). Pode ser que a malta se encontre por lá. Considera esta uma co.... (espera lá, não devia escrever isto), uma boa acção, assim sim.[e Berardo já ganhou o dia. Sem tocar qq instrumento]
Colocado por Bart Simpson 12:10 a.m.
quarta-feira, agosto 09, 2006
Talvez seja uma questão de má formação. Digo eu, que não percebo nada disto e apenas vim ver a bola…
Colocado por Bart Simpson 9:50 a.m.
terça-feira, agosto 08, 2006
Colocado por Bart Simpson 2:27 p.m.
segunda-feira, agosto 07, 2006
Este posta serve para tentar educar os futuros imigras deste Portugal dos pequeninos. Nas festas populares, em que se atiram morteiros ás oito da manhã, que, além de proibido é perigoso, não tornem a convidar/contratar determinados artistas do jet-set, a saber:
Miguel Ângelo: começa por ser vocalista de uma das bandas mais azeiteiras que surgiu nos anos 80, os tais do boom do rock português, os Delfins. De todas as músicas dos rapazes da linha, apenas a Baía de Cascais se aproveita e convirá estar bem acompanhado para a cantarolar. Já me aconteceu estar sozinho quando o tema passou na rádio e tive um início de síncope cardíaca. Ainda por cima, este moço é um beato. Casamentos gay, liberalização do aborto e legalização do haxixe não é com ele.
José Cid: o rapaz acha-se o máximo, e não tenho dúvidas que se ele ainda não disse que Lennon, ou Brel, ou Tordo deveriam ter aprendido com ele, o Cid, alguma vez certamente o dirá e num futuro próximo. Afinal, que génio se lembraria de compor a extraordinária música “Favas com Chouriço”?
Fernando Pereira: ainda ninguém lhe terá dito que é um sacrilégio tentar algumas imitações. Se para Michael Jackson e Cindy Lauper é cagativo, já com Ray Charles ou Bruce Springsteen a música é outra. O triste figurante chega ao ponto de se achar uma verdadeira estrela do showbizz, mas não terá reparado, ainda, que Carnegie Hall ou Central Park não fazem parte do seu mapa de espectáculos.
Colocado por Bart Simpson 4:46 p.m.
E depois do concerto aqui ficam as fotos:



Fotos : Patologista
E pensar que foi o primeiro concerto do Fausto em Vila Real...
Colocado por patologista 12:43 a.m.
domingo, agosto 06, 2006
(só para ilustrar a postada anterior, que na 3ª feira muda outra vez)
Colocado por Bart Simpson 12:09 p.m.
sábado, agosto 05, 2006

Esta noite, em Vila Real, temos Fausto. Coisa rara!
Ainda por cima de graça!!!
Eu vou-me pôr a caminho. E levo o Bart comigo.
E vocês?
Colocado por patologista 12:37 a.m.
sexta-feira, agosto 04, 2006
Já cansa ler notícias ou ouvir noticiários que aludem à falência de empresas que, pouco tempo depois, reabrem noutro local, sob a gerência das mesmas pessoas ou respectivas famílias, votando ao desemprego dezenas ou centenas de trabalhadores.
Até quando ir-se-á manter esta forma simplex e hipócrita de fintar a lei e encher os bolsos de dinheiro à custa dos outros?!
Colocado por Manelito 4:56 p.m.


Estará Paulo Gonzo, nos seus “Jardins Proibidos”, a referir-se à erecção matinal? É que diz ele:
...quando amanheces/logo no ar...
Colocado por Bart Simpson 12:09 p.m.
quinta-feira, agosto 03, 2006
Adiante. O moço, como escrevia no início, é um porreiraço. Porque se interessa com os clientes da “sua” CGD e “negoceia” com cada um valores diferentes de arredondamento dos juros, de forma a beneficiar o mais possível o cliente. Estamos todos convencidos disso. Até porque os lucros monstruosos, só desta operação, permitem à banca arrecadar mais 73 milhões com boas intenções, e possibilitam a Vara dizer que "é legal e consta dos contratos assinados com os clientes".
Tá bem pá. Mas é correcto? Achas mesmo bem?
Colocado por Bart Simpson 4:16 p.m.
quarta-feira, agosto 02, 2006
Quem tem coragem de abandonar um espanto destes? Só pode ser um verdadeiro animal !!!
Colocado por Bart Simpson 6:55 p.m.
Colocado por António Medon 11:26 a.m.
Colocado por patologista 12:57 a.m.
terça-feira, agosto 01, 2006
Bons tempos... Ainda me lembro daquelas festas majestosas: o Carlos, o Herculano. Que grandes malucos! O parque de estacionamento ficava todo colorido, com as viaturas estacionadas por marcas (os SLK ficavam lá no fundo hehehe).
Tenho saudades deles; já não lhes ponho a vista em cima há algum tempo. O Horácio e o José ligaram-me há pouco tempo, estavam de férias não sei bem onde; o José ultimamente está a trabalhar no estrangeiro... O Luis e o Manuel mudaram de número e nem disseram nada, que falta de chá!
Logo tenho a noite de póker em casa das Marias. Vai ser bom relembrar os velhos tempos de fartura, as noites de farra nos "night-clubs", o caça aos elefantes no Zaire, as férias durante o "tsunami" em que aqueles nativos chatos não paravam de nos chatear... O Vítor e o Zeferino chegaram mesmo a pagar uns milhares aos empregados para correrem com eles!
Mas a vida neste país não está fácil. Estou a pensar emigrar para a América do Sul ou algo do género. O Estado não pára de me chatear, que tenho de pagar isto e aquilo...
Não há pachorra para esta gente.
Um tipo só anda a ganhar o seu sem chatear ninguém!
Colocado por Manelito 2:00 p.m.








