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sexta-feira, agosto 31, 2007
Os textos até este 31 de Agosto surgirão na sua ordem normal de entrada. Portanto, pedimos aos leitores que desçam um pouco a página para continuarem a visualizar em tempo real.
Finalizo, agradecendo. Em nome de todos nós e para todos aqueles que nos visitaram durante 26 meses, muito obrigado. E como diria o Sousa Veloso, "despeço-me com amizade até ao próximo programa" - (blog).
Etiquetas: e o César das Neves é um perfeito anormal
Colocado por Bart Simpson 11:59 p.m.
Colocado por Bart Simpson 8:32 p.m.
Colocado por António Medon 12:14 p.m.
quarta-feira, agosto 29, 2007
Colocado por Bart Simpson 11:24 a.m.
segunda-feira, agosto 27, 2007

(obs: a Judite de Sousa não ficou bem dizer "o atleta do Benfica...". Lá por ser casada com um destacado corrupto, perdão, militante, social-democrata que também é vermelhusco...)
[adenda: para que fique claro, porque já duas pessoas me pediram explicações por email, este post não tem nada contra os emigrantes em Portugal. Bem pelo contrário. Se não fossem os eslavos e os negros, muitas das construções, que o tuga tanto gosta, ainda estavam a meio. Tem a ver, isso sim, com a necessidade de termos de importar campeões para ganhar medalhas pelo nosso país e só aí, só mesmo aí, é que se dá o devido valor a essa malta. Na minha perspectiva, as medalhas que são ganhas, são-nas de Cabo Verde, Guiné, Moçambique...]
Colocado por Bart Simpson 9:50 p.m.
sexta-feira, agosto 24, 2007
Não tem a ver, necessariamente, com a música. Consigo ouvir mornas, sem problemas, mas não repetidamente. Não é o meu estilo favorito, mas tal como noutros ritmos, farto-me de ouvir sempre o mesmo, horas a fio. Consigo dançar, balançar-me, ir na onda, mas nunca infinitamente. Aliás, esta é mais uma das razões porque não vou a raves.
A raivinha em relação à Cesária é mais profunda: tem a ver com a imagem que ela transmite (transmitiu?), em relação ao abuso do alcool. Talvez seja por um caso que me foi muito próximo, por figuras que vi fazerem mesmo ao meu lado, talvez. Ir para cima de um palco completamente embriagada... A voz arrastada, os olhos semi-cerrados, o cambalear permanente... Faz-me lembrar, sempre, a imagem triste que Bob Dylan deu no Live-Aid, no original, o tal promovido por Geldof, largando a guitarra e zurrando qualquer coisa para o microfone. Uma figura mediática, precisamente e até por isto, não pode dar-se a estes ares e cobrar respeito.
Eu gosto de beber os meus copos e quejandos, mas não vou a seguir ter reuniões com clientes ou fornecedores. Está dito.
Colocado por Bart Simpson 5:46 p.m.
terça-feira, agosto 21, 2007

Oferta: em quantidade mas não em qualidade. É muito fácil encontrar um bar aberto, até porque os "arrumadores" fazem questão de nos ir buscar ao meio da rua. A moda dos vouchers de acesso é uma realidade tão banal que quase pegamos nos pequenos pedaços de cartão com naturalidade. Aliás, uns são tão dedicados ao trabalho que enganam o mais incauto, cansado, bebido ou fumado. Foi o que nos aconteceu, tendo ido parar a um bar de strip-tease do mais rasca que há. Acredito que nem nos piores espaços do Porto ou Lisboa se desça tão baixo. Fizemos o que nos competia, acabamos a nossa cuba-libre que tinha acabado de custar 10€ e saimos. Rápido.
O outro problema da noite de Madrid é a excessiva utilização da música nacional. Problema para mim, que considero que não é de qualidade suficiente para se ouvir numa bar ou discoteca. Eles não entendem que para o turista aquilo é "chinês". O turista não conhece as músicas que eles cantam de principio a fim. Nem quer saber se eles gostam dos Abba (como eu tive de gramar). É uma questão cultural, sem dúvida, mas na minha opinião é uma questão de (mau) gosto que eu acredito que os espanhóis tem.
Se fosse possível fundir Londres com Madrid, as noites seriam incríveis. Juntar a qualidade da noite inglesa, com os imensos pubs com bom som, música ao vivo de enorme qualidade, uma diversidade de estilos e a vontade das pessoas circularem e entrarem em todo o lado, então teríamos a noite perfeita.
Etiquetas: Madrid Julho 2007
Colocado por Bart Simpson 12:00 p.m.
sábado, agosto 18, 2007
Estou farto de ouvir os Sétima Legião na rádio. Será da Silly Season?
Colocado por Bart Simpson 7:39 p.m.
quinta-feira, agosto 16, 2007
Indo ao som propriamente dito, Pacman & Muchachos estiveram muito bem. Nunca os tinha visto e fiquei agradado. Tem muito power. Já os Chemical, desiludiram(me). Som demasiado electrónico, se bem que com uns efeitos visuais de qualidade. Mas saí ao final da 4ª música.
Para o Pelouro da Juventude da CM Gaia um recado: fazer, ou tentar fazer, deste espectáculo, a rampa de (re)lançamento para um suposto Festival de Verão, não me cheira. Num dia feriado, em pleno Agosto, com Paredes de Coura a decorrer... Julgo que seria melhor repensarem a estratégia.
Colocado por Bart Simpson 11:40 a.m.
domingo, agosto 12, 2007
Vale-me a tranquilidade, boas companhias e altos mangares. Mais a Fiona Apple a rolar. E como digo no título...
[para memória futura: um beijo grande para o Charlie e para a Tuxa, para o Lázaro e para a Graça, aos putos, à Mónica e Cláudia por tão fantásticos dias. Por tudo o que já me deram e poderão vir a dar. E aos meus tios, que tem um bom gosto do caralho em ter uma casa em Espadanedo]
Colocado por Bart Simpson 11:14 p.m.
quarta-feira, agosto 08, 2007

Colocado por Bart Simpson 1:45 p.m.
segunda-feira, agosto 06, 2007
Colocado por Bart Simpson 9:50 p.m.
sábado, agosto 04, 2007
A zona central está impecável. A Gran Via, Alcalá, Recoletos, Cybeles, Prado, Retiro, enfim, todos as zonas altamente turísticas estão absolutamente recomendáveis a qualquer um. No entanto, é manifestamente triste constatar que a mania de urinar na via pública é um acto tão latino. Pobre do Quixote ter de aguentar aquele fedor todo o santo dia!

Mas há mais: as zonas de Chueca (gays) e Lavapiés (artistas) também deviam ser alvo de uma intervenção. Par uma cidade que se quer como referência, estes velhos costumes terão de ser irradiados, sob pena de os espanhóis não conseguirem conquistar o respeito devido.

Algo que também me surpreendeu, pela negativa, foi a enorme oferta sexual mesmo no centro da cidade e de forma completamente à descarada. Confesso que é um mundo que eu não domino mas que (quase) me chocou. São às dezenas as prostitutas que se oferecem da forma mais descontraída que se possa imaginar. Mulheres de todos os feitos, desde as esculturais negras (uma delas, em particular, levaria qualquer homem ao céu), de várias nacionalidades (julgo que muitas eram romenas, pela tez escura) e idades (mas com incidência para as sub-30).

Com isto, Madrid também perde, na minha opinião. Ganhará clientela? É possível, mas também perderá alguma.
Etiquetas: Madrid Julho 2007
Colocado por Bart Simpson 3:55 p.m.
quinta-feira, agosto 02, 2007

Reconfortados com um duche e sôfregos por reconhecer a cidade, saímos do quarto e papamos quilómetros que foi um disparate. Na Gran Via reencontrei o Hostal Valência que me tinha acolhido 20 anos atrás e descobri que os cinemas, lá, não se tornaram em lojas de marca ou sedes de banco. Devem ser os tais critérios diferentes, que levam mais ou menos gente ao centro da cidade, digo eu...

Fiquei espantado com a paranóia de segurança que implementaram. A cada passo, um carro de policia, uma moto, uma brigada a pé. É sistemática a presença da autoridade. Por essa razão, mais estranhei - ou talvez não - que me tivessem avisado, por duas vezes, para não deixar o telemóvel em cima de uma qualquer mesa de esplanada (que eles cultivam muitíssimo bem). E numa dessas esplanadas, em Recoletos e quase às duas da manhã, duas senhoras septuagenárias tomavam o seu chá. Querem melhor exemplo da diferença de culturas, ou da "cultura da noite"?
Etiquetas: Madrid Julho 2007
Colocado por Bart Simpson 1:55 a.m.
quarta-feira, agosto 01, 2007
Como diz o grande José Gomes Ferreira "viver sempre tambem cansa".
E isto de manter um blog ao longo de dois anos foi algo que me deu grande gozo, mas que me começa a cansar.
Por isso aqui vai o maior dos abraços aos meus colegas (melhor será dizer amigões do caralho, que somos malta do Porto) aqui do Propriedade Privada. Mas a esses vou continuando a ver ao longo da vida, porque tambem é deles que é feita a minha história, a minha vida.
A todos os outros que fui conhecendo (será que de facto chegamos a conhecer alguém através de net's e afins?), o meu obrigado. Pelos comentários que foram deixando aos meus post's e pelos textos que me deram a ler nos seus blogs.
E como o bichinho os blogs ficou, talvez volte sobre um formato um pouco diferente.
"pois não seria mais humano
morrer por um bocadinho,
de vez em quando,
e recomeçar depois,
achando tudo mais novo?"
José Gomes Ferreira
Colocado por patologista 11:37 a.m.




